O Transporte do Gás Engarrafado Fernandes, a transportadora, bem gostava de não encontrar, logo à primeira, o cliente. De cada vez-garrafa ela cobrava vinte e oito e seiscentos, minha gente! Passeava a garrafa, consoante o utente em sua residência se encontrava ou não (ou a transportadora dizia que era ausente); e assim, de cada vez, Fernandes facturava, vinte e oito e seiscentos, salvo erro ou omissão. Por seu turno, o usuário protestava contra os atrasos da distribuição. Que sim! Que sim! Que estava sempre gente em casa! E olhava, desolado, esquentador, fogão. Somava e seguia sobre rodas a Fernandes, que as sabia todas, e a Cilda, até às vezes lhe pagava mais do que recebia pela garrafa. Entretanto, trabalhadores tomaram a situação em mão e a distribuição do gás já repensaram para bem da população. Que faz do meu país o baladeiro audaz? Canta raivas, amores… Por que não canta o gás, Mais a Fernandes e a distribuição? Balada da Ameixa Seca Vai à mercearia e compra ameixa seca. P’ra o ...