Animal lovers: não pode ser o "vale tudo"
Imaginem que eu, mulher de meia idade, descabelada e macilenta após violento acordar em cima do meio-dia devido a nocturna maratona de cinema, e ainda antes de ter bebido o meu providencial café, envergando o meu coçado fato de treino de confinamento, e calçada com um par de sapatilhas sujas e descoladas, me fazia ao parque com a Luna usando uma trela de corda improvisada porque não encontrei a trela da Luna no meio da pan-balbúrdia caseira em que vivo, e a bicha não parava de ladrar urgência para ir fazer as suas necessidades, deixando-me sem alternativa. Imaginem ainda que a Luna coxeava. Imaginem que uma mulher saía do seu automóvel e me parava no caminho, e me perguntava se podia tirar uma foto, ao que eu rspondia que não com certo mau modo. Mas que ela, nada ligando, já de telemóvel artilhado, disparava a matar antes que eu pudesse sequer sacar do meu, ao estilo do bom velho faroeste. Daí a pouco a minha imagem nesses vergonhosos preparos estava por aqui, pelo nosso Facebook, a s...