22/07/14

Plestina-Israel, safety of all civilians.#civiliansunderfire



#CiviliansUnderFire Join our call to Israel and armed Palestinian groups to ensure the safety of all civilians.
Write the word STOP (in Hebrew מספיק or in Arabic كفى) on the palm of your hand or a translation of this word into your own language, and post a photo here using the #CiviliansUnderFire. Thank you 
(#AmnestyInternational)



02/07/14

Como se faz um lápis Viarco?


Encontrei um video onde se mostra como se fazem os lápis VIARCO. A VIARCO é uma empresa portuguesa que tem vindo a criar produtos inovadores neste segmento.

O Conselheiro Figueiredo Faria juntamente com o seu sócio o Engenheiro Francês Jules Cacheux decidiram, em 1907, construir em Vila do Conde uma unidade industrial de fabrico de lápis designada por “Faria, Cacheux & Cª” também conhecida como Portugália. Assim foi que começou o fabrico do lápis em Portugal. Após a Guerra, em 1931, Manoel Vieira Araújo, de S. João da Madeira, industrial experiente da chapelaria e figura proeminente, adquire a Fábrica Portuguesa de Lápis. No ano de 1936 é registada a marca VIARCO. Em 1941, a fábrica mudou para as actuais instalações em S. João da Madeira. Na década de 70 a fábrica de lápis e passa a denominar-se Viarco – Indústria de Lápis, Lda.

30/06/14

Exposição Martelinhos São João - 2014 - Porto


Até dia 3 de julho apareçam na Exposição de Martelinhos de São João para ver todas as 139 propostas concorrentes. Além dos projectos 3D há projectos em 2D e video. A Exposição encontra-se no Palácio das Artes – Fábrica de Talentos, Largo de S. Domingos, no Porto, a caminho da Ribeira.

Foi a segunda vez que participei no concurso. Há três anos apresentei três propostas. Este ano apenas tive tempo para uma. O martelo em quilling obteve o primeiro lugar, Categoria 3D, na 3ª edição do Concurso da Fundação da Juventude, Porto. Perguntaram-me, no Porto Canal, porque tinha participado e como tinha tido esta ideia. Participei porque o concurso dos martelos já faz parte dos meus festejos do São João, está na agenda! Gosto do desafio criativo da reinvenção do tradicional martelo de plástico. Quanto à ideia, foi até muito fácil. Em março passado descobri o quilling (ou filigrana de papel) e agendei que lá para o verão havia de experimentar. Quando li o anúncio do concurso pareceu-me ser a técnica perfeita para elaborar uma peça. Foi realmente simples pois muitas vezes as ideias são tantas que uma pessoa se atrapalha nas escolhas e na eleição da mais adequada! Já mais complicado foi conseguir aprender e elaborar o martelo no espaço de uma semana, o tempo que tinha disponível. Depois de ter feito o desenho, comecei a cortar as fitas e a enrolar as peças - na sua construção foram cortadas, enroladas e coladas cerca de 650 fitas de papel. O martelo incorpora os símbolos do São João - manjericos, um fogareiro com sardinhas a assar, o alho porro, um pequeno martelo e um balão, além do santo popular. As cores dominantes são verde-manjerico e azul-douro por razões óbvias! Escolhi esta técnica porque queria obter um produto final popular. O martelo remete claramente para as decorações sanjoaninas, muitas delas feitas em papel, e ainda para o floreado do ferro que adorna tantas varandas e portas da cidade do Porto, sem esquecer, também que a filigrana (mas em metais nobres) é uma arte tradicional no norte do país.

Sem dúvida inspirado pela minha paixão pela cidade do Porto, dedico a quem sabe do que falo! Além disso, e até mais do que o Natal, que acontecia num mês chuvoso e escuro, já em miúda o São João já era a minha festa favorita. Em Braga, onde passei a infância, também se festejava pela noite dentro. O que eu gostava no São João nessa altura é o mesmo que hoje: a transfiguração da rua num espaço de festa. Para o ano há mais São João e vamos a ver se pelo menos uma nova ideia para participar neste concurso criativo!