05/03/13

Comprei uma botija de água quente!



Botija de água quente, saco de água quente ou bolsa de água quente. É tudo a mesma coisa. Indicado para diminuir os espasmos musculares ou para obter um efeito analgésico, ou, simplesmente para aquecer os pezinhos no inverno! Durante anos eu resisti a utilizar as botijas de água mas a semana passada corri ao supermercado para comprar uma pois as noites estavam frias demais! Havia três regras básicas que eu conhecia, ensinadas pela minha mãe: não colocar a água acabada de ferver no saco, não encher em demasia e fazer sair o máximo de ar possível. Lembro-me do saco dela, de côr verde e com uma bonita capa em tricot feita pela minha avó, com anos e anos, mas pouca utilização pois a minha mãe nunca foi friorenta como eu. Além disso ela sempre considerou o saco como algo muito pouco prático e cedo se converteu às botijas eléctricas, primeiro tubulares, depois com formato de disco voador! Essas, penso que tenham areia dentro e uma resistência eléctrica. O maior perigo das primeiras, as tubulares, que apareceram no mercado - e eu ainda me lembro disso - era que não tinham um temporizador e quando as pessoas se esqueciam delas ligadas na corrente além dos 5 minutos necessários para o aquecimento, elas sobreaqueciam e as forras exteriores pegavam fogo e enchiam a casa de fumo! Eu ainda recordo pelo menos dois episódios desses, a minha mãe a correr para a varanda com a botija fumegante pelo corredor fora e o cheirote que ficava pela noite dentro em toda a casa!

No magnífico Youtube há um video com tudo o que precisa saber sobre como bem utilizar e cuidar da sua bolsa de água quente! Pode até parecer excessivo tamanho ensinamento mas eu cresci a ouvir histórias de sacos que rebentam e causam queimaduras. Por isso talvez eles queiram tranquilizar os potenciais clientes! Em virtude dessas histórias eu nunca quis usar. Mas o frio e eu somos inimigos do peito. À semelhança do Napoleão, eu também não me dou bem com o General Inverno! O frio faz-me sentir doente e, à noite, se os pés não aquecerem eu não durmo! O frio venceu!

Quando cheguei ao supermercado a escolha não era muita - ou comprava um saco com capa ou sem capa, e depois escolhia entre as cores disponíveis a preferida. Li a etiqueta para ver se aquilo não teria vindo da China, caso em que prenunciava um estoiro logo que a água lhe entrasse dentro!! Há produtos em que não vale mesmo arriscar, o barato pode sair muito caro e os produtos chineses são muito manhosos. Parecia que não, embora o lugar de fabrico não fosse explícito, lia-se que a botija estava em conformidade com as normas europeias. Nesse momento eu também não conseguia ver o estado da borracha pois ele já vinha ensacado na capa macia e dentro de uma saca plástica transparente. Também havia sem capa mas eu pensei que não teria tempo de costurar uma tão cedo e trouxe-o - nem sequer me lembrei que podia embrulhá-lo numa toalha, lá está, uma principiante nestas andanças de botijas de água quente não se lembra destas coisas!! Mesmo assim trouxe-o!

À noite fui à cozinha aquecer a água toda contente e meti o saco entre os lençóis. Daí a uma meia hora quando regressei ao quarto e os puxei, pessoal leitor, veio de lá um cheiro de oficina de recauchutagem de pneu que não se aguentava! Naqueles dias em que não vos apeteça sexo com o vosso companheiro, em vez de invocarem as velhinhas dores de cabeça, sempre podem usar este estratagema- enfiem uma botija de água quente na cama! Duvido que haja homem que se queira deitar ao vosso lado imaginando-se numa casa de pneus! Todavia o frio era maior que a minha náusea ao cheiro da borracha e eu acomodei o saco lá bem ao fundo da cama, até ter os pés quentes. Assim que eles ficaram quentinhos eu levantei-me e fui a correr pôr o maldito bem longe. Mas durante o tempo que ele esteve dentro da cama, sempre que me mexia, lá subia uma aragem a pneu de automóvel até ao meu nariz! É um cheiro intenso a borracha! Só uma vez eu fui a uma oficina com o meu carro para mudar uns pneus velhos e veio tudo isso na minha memória, até os sons. Imaginem a potência desse odor! No dia seguinte, e nos outros que se lhe seguiram, o saco esteve pendurado na corda da varanda a arejar. Mas o cheiro continua intenso.

Esta semana a temperatura subiu um pouco e não tarda aí a primavera pelo que em breve guardarei a botija pestilenta! No próximo ano a alternativa poderá ser, estou a ver, um daqueles saquinhos de pano com sementes e ervas aromáticas dentro que se levam ao micro-ondas, no máximo, durante 2 ou 3 minutos. O problema é que eu também não uso micro-ondas! É um electrodoméstico que já utilizei em diversas ocasiões mas que não me convence a 100%. Então eu não tenho.



Já agora fiquem a conhecer estas almofadas térmicas da marca Ricoxete. São fabricadas à mão por mulheres e homens a cumprir pena de prisão em Portugal. 100% naturais, recicláveis, biodegradáveis e hipoalergénicas, são feitas em tecido de algodão e caroços de cereja (1500 caroços em média ou 350 gramas). Garantidamente não devem cheirar a pneu! Ah! E se alguém souber de algum truque para remover o cheirote da borracha, não deixe de partilhar por favor!

ACTUALIZAÇÃO! Para saberem o que sucedeu a este saco de água quente, leiam mais esta breve história!

04/03/13

Prémio Nacional Indústrias Criativas


Atenção ao prazo! É até 7 de Abril de 2013.

O Prémio Nacional Indústrias Criativas – Super Bock/Serralves é uma iniciativa da Unicer Bebidas, S.A. e da Fundação de Serralves, em parceria com a Addict - Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas, Agência de Inovação, ANJE, BPI, ESAD, Fundação da Juventude, IAPMEI, Brand New Box, e Universidade Católica- Escola
das Artes e Universidade do Porto.

Para além de uma grande ideia, os projectos na área das Indústrias criativas devem ser inovadores, ter viabilidade económica e financeira, ser potenciadores de criação de novos postos de trabalho qualificado e produzir um efeito impulsionador na afirmação da criatividade e inovação portuguesas nos mercados nacional e internacional.

As indústrias criativas incluem os seguintes sectores:
- Audiovisual - incluindo Cinema, Fotografia e Vídeo,
- Arquitectura, Artes Visuais e Artes Performativas,
- Artesanato e Joalharia, Design, Design de Moda,
- Edição - incluindo Edição Electrónica,
- Música, Publicidade, Software Educacional e de Entretenimento, Televisão e Rádio.

As Indústrias Criativas têm intervenção em áreas distintas, como, por exemplo, o Ambiente, Cultura, Desporto, Educação, Indústria, Solidariedade Social, Trabalho, Turismo e Lazer e Urbanismo.

Leiam o Regulamento e participem!

03/03/13

Uma grande manifestação e Grândola Vila Morena




Estou trabalhando num sonho 
Embora às vezes o sinta tão distante
Eu estou trabalhando num sonho
e eu sei que vai ser meu um dia.

Bruce Springsteen (Working on a dream)

Tenho uma lista de canções no meu computador que ouço sempre que preciso de uma dose extra de animação. Working on a dream, do Bruce Springsteen, faz parte dessa lista. Há quem tome fluoxetina (mais conhecida por Prozac) para combater o desânimo, eu tomo canções no inverno, no verão a receita é uma hora de praia diária. É assim que afasto o mau humor e que carrego as baterias! Não fiquem com a ideia de que estou a brincar com quem precisa e toma Prozac pois eu mesma tomei um parente do Prozac durante uns meses! Sei que essas pessoas não se bastariam com algumas canções do Boss ou uns raios de sol, embora, quer a música quer o sol, também estejam certamente indicados como co-adjuvantes do tratamento dos estados depressivos!

(Um aparte importante! Combata o estigma: depressão é doença, sim, encare-a como uma pneumonia! Se tem, trate, se sabe de quem tenha, ajude a pessoa a procurar tratamento. Não perca tempo, não se iluda, não faça de conta, enfrente o bicho e dê a volta por cima!)

Todos gostamos de canções, mesmo quando não conseguimos cantar. A música faz parte das nossas vidas em muitos momentos. Encontramos alento nela, faz-nos refletir, faz-nos sonhar. Pensem nos cantares de trabalho, que surgiram da natureza colectiva das tarefas agrícolas há muitos anos, imaginem os grupos durante a lavoura, amenizando a dureza da vida rural com uma canção cantada em grupo! Pensem nas canções de denúncia, caso da música de intervenção dos anos 60-70. No nosso país as canções de intervenção deram voz ao povo oprimido e à sua ânsia de liberdade. Noutros países envolvidos em guerras de anos, essas canções apelam à paz, como o folk-rock dos EUA, lembro Joan Baez ou Bob Dylan. Por fim, quem não gosta de se perder em pensamentos enquanto escuta uma bela melodia!

Bruce Springsteen, norte-americano de Nova Jersey, escreve e canta frequentemente sobre problemas sociais da classe média, os conflitos entre os poderosos e os fracos, as injustiças e desigualdades que se repetem ao longo da história, afinal, tão presentes na América como em Portugal. Hoje, talvez fruto do que aconteceu ontem em Portugal, eu reparei na letra de Working on a dream com mais atenção. É uma canção sobre a realidade e o sonho americano, e apesar da sua melodia contagiante e esperançosa, é sobre a situação de todos aqueles que tiveram de deixar a família ou até o país para conseguirem arranjar trabalho. Seja porque as empresas faliram, seja porque foram deslocalizadas para países onde a mão de obra é mais barata, o que esta canção descreve está a acontecer todos os dias, em algum país desenvolvido do mundo, em Portugal também: "Quase 44 mil pessoas residentes em Portugal emigraram em 2011 para outro país, um aumento de 85% face às 23.760 pessoas que partiram para o estrangeiro em 2010, revelam os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre estimativas anuais de emigração."(Fonte)

Mas algumas canções têm um simbolismo especial e colectivo. Ontem ouviu-se uma dessas canções nas ruas de Portugal, foi Grândola Vila Morena. A população portuguesa manifestou-se em peso contra a quebra do nível de vida devido às medidas de austeridade exigidas pelos credores internacionais do FMI (Fundo Monetário Internacional) e adoptadas pelo Governo. Nos anos 80, também se verificaram manifestações de descontentamento social, Portugal também vivia sob a influência de programas de ajustamento do FMI. 1983 e 1984, foram dois anos que ficaram marcados pelos acordos com o FMI e pelo agravamento extraordinário das condições de vida dos trabalhadores portugueses. Depois, a entrada na CEE - Comunidade Económica Europeia - traria ânimo e um projecto de esperança num futuro melhor para Portugal. Desde 1986 e até 1991 Portugal recebeu fundos estruturais da CEE destinados a modernizar o sector produtivo e assim combater a sua desigualdade face aos restantes membros europeus. É certo que a economia se desenvolveu, todavia o país nunca alcançou o desejável nivelamento com os seus congéneres, seja porque os fundos não foram aproveitados em pleno, seja porque temos estado entregues à má governação recorrente. Hoje, todavia, ter esperança na União Europeia transformou-se uma piada e embora muitos continuem a trabalhar no sonho europeu, outros sentem que a Europa se tornou uma madrasta, um monstro, a Europa mete medo.

Não há português de 50 anos que não saiba a história da Grândola Vila Morena, um símbolo da Revolução dos Cravos e da abertura de Portugal à democracia em 1974. Houve duas senhas na Revolução. A primeira, às 23h, foi a música "E depois do adeus", de Paulo de Carvalho. Grândola, que foi a segunda, passou no programa "Limite" da Rádio Renascença às 0.20h do dia 25, e foi o sinal para o arranque das tropas mais afastadas de Lisboa e a confirmação de que a revolução estava em marcha. No último mês a conhecida canção de Zeca Afonso ganhou uma nova vida. Em Fevereiro de 2013, enquanto o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho falava no debate quinzenal com os deputados, foi interrompido pelo movimento "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!" que cantou a Grândola como forma de protesto contra as políticas económicas deste Governo e da troika. Se para uns a cantoria na Assembleia da República foi um protesto cívico, criativo e justificável, próprio dos regimes democráticos, para outros não passou de um insulto à liberdade de expressão, uma forma indigna de usar esta canção. Mas desde então outros ministros têm sido alvo desta criativa manifestação de protesto e agora a canção foi cantada pela multidão, com grande emoção, no encerramento das manifestações do dia de ontem. O video é o desse momento na cidade do Porto, nos Aliados. Assistam, porque é esmagador. Também no portal norte-americano The World a Grândola Vila Morena é notícia por estar a ser pedida pelos ouvintes lusos residentes no Connecticut!! É caso para dizer, Viva a Grândola Vila Morena, viva o sonho! Não acham?







01/03/13

Google Friend Connect: serve, afinal, para quê?



Quero agradecer a quem começou a seguir o meu blogue! Quero agradecer as mensagens e comentários também! Durante algum tempo eu nem tinha a widget de seguidores activa (Google Friend Connect) e sempre escrevi sem esperar retribuição. Não consigo parar a minha tagarelice virtual, é estimulante. Faço uns intervalos mas acabo sempre por regressar! Nunca me importei se ninguém comentava aqui, embora sempre fosse recebendo feedback e muitas visualizações Escrevo porque gosto de escrever. Aprendo coisas, treino o português, exercito a memória, divirto-me. Mas o blogue, fruto das minhas muitas ausências, perdeu rodagem, visualizações e comentários. Por outro lado, talvez porque no Facebook o feedback seja tão mais rápido, ultimamente fui atingida por um ataque de solidão e andava a matutar no que havia de fazer para obter algum feedback de outros bloggers quando encontrei a lista do Siga-me.

A maioria dos blogues da lista são sobre artesanato e eu passei um bom bocado a ver as peças espantosas que todas criam. Sou imensamente apreciadora do trabalho manual e até tenho algum jeitinho de mãos. Mas raras vezes produzo algo que se veja! Depois de visitar todos os blogues listados fiquei empolgadíssima com alguns dos trabalhos que vi e até cheia de vontade de deitar mãos à obra, inspirada por tanta criatividade e talento!! Mas da vontade à acção vai um passo de gigante e eu tenho pernas pequenas! Não consigo fazer tudo o que quero! Mas adorei ver tanta criatividade, tanta diversidade. No entanto pensei que ninguém iria seguir este meu blogue que só tem palavras, muitas palavras! Diversidade aqui também há, mas artesanato nem por isso! Escrevo sobre cinema, preocupações sociais, animais, objectos, videos, actualidades, curiosidades, enfim, escrevo sobre o que me apetece: tudo o que cruza a minha imaginação.

Mais do que seguidores eu gostaria de ir obtendo alguns comentários. Não digo uma avalanche de comentários por postagem, uma avalanche também não!! Mas pelo menos alguns para este blogue ganhar alguma vida! Mas para isso eu sei que é preciso visitar também os blogues linkados, claro, como vocês dizem, gentileza gera gentileza!! E aí começou o meu problema. Hoje, quando me preparava para uma segunda ronda, verifiquei que isso não é tão fácil quanto eu queria!

Não conheço bem esta widget do Google Friends Connect mas, mesmo não a conhecendo bem, sei que ela serve para criar uma espécie de rede social em torno de blogues afins. Quando alguém se torna “seguidor” do meu blogue, as atualizações que eu fizer passam a ser exibidas na conta do Blogger do meu seguidor, os meus novos artigos vão aparecer na “Lista de Leitura” dos meus seguidores. O feed do meu blogue é também adicionado à conta do Google Reader da pessoa em questão.

Ora, um atributo essencial de qualquer rede é a fácil comunicação. Mas o que eu estou a verificar é que não há comunicação através dessa widget! Eu clico nos avatares de cada uma de vós e não consigo ir mais além. Por isso eu pedia para verificarem a vossa widget do Google Friend Connect. Comparem com a minha, cujo print screen eu aqui coloquei, e distingam 3 zonas: uma, do meu perfil, onde eu escrevi sobre mim, outra, dos links, onde estão os links para os meus blogues, e, finalmente, uma terceira zona, a dos blogues que eu estou a seguir. Não me perguntem como fiz isso pois eu já fiz há muito tempo e não lembro mais. Mas o que me está a acontecer quando clico nos vossos avatares é que algumas de vós têm a segunda zona preenchida com o link do vosso blogue e outras não. Eu pedia a quem não tem aí o link do seu blogue, que o tentasse colocar aí, pois de outra forma (eu penso que) não consigo visitar-vos sem voltar à lista do Siga-me. Posso ver as vossas actualizações na Lista de Leitura mas isso não é a mesma coisa - nessa lista estão as actualizações de todos os blogues que sigo. Como eu tenho mais alguns blogues activos imaginem quantas actualizações recebo!!! O link em falta é o caminho mais rápido entre o meu e os vossos blogues.

Não sei se só eu que estou a ter este problema. Por favor, deem um pouco de atenção a este assunto da widget do Google Friend Connect. Se eu estiver certa, isto pode ser a diferença entre receber mais ou menos visitas nos nossos blogues. Desejo um bom fim de semana a todas, com bom descanso e muita arte!

Jennifer Lawrence e Jack Nicholson encontram-se


Não vi nada dos Oscares deste ano, nada mesmo. Nem em directo nem depois, e nem no Youtube. Não tive qualquer oportunidade e também já não tenho a curiosidade que tinha há uns anos atrás. Então agora assisti a este video da Jennifer Lawrence e do Jack Nicholson no Youtube e achei o máximo! Já sabem como são os actores e as actrizes, não consigo acreditar que alguma vez sejam espontâneos quando em público, creio mesmo que levam a vida toda ensaiada e decorada na ponta da língua, sem excepção, não vá aparecer um jornalista ou um paparazii manhoso e apanhá-los em falso! Mas Jennifer parece mesmo ter reagido de forma imprevista à investida de Jack Nicholson e é só rir com as caretas dela.
Até ao momento eu vi quatro filmes onde ela entrou - XMen, o Início, onde interpreta Mystique, uma personagem do universo Marvel, a mulher mutante de corpo azul que podia assumir qualquer forma; O castor, onde interpreta uma jovem estudante adolescente marcada pela perda do irmão mais novo, prestes a terminar o liceu; Os jogos da fome, o popular filme do ano passado, onde é Katniss Everdeen, a heroína que toma o lugar da irmã mais nova num peculiar torneio até à morte, e Guia para um final feliz, onde é Tiffany, uma viúva problemática. Já escrevi anteriormente sobre este filme, aqui, e, quando o vi, fiquei até mais surpreendida com o desempenho de Bradley Cooper do que com o de Jennifer! Tinha gostado dela nos Jogos da Fome e de Cooper só tinha visto A ressaca. Depois disso também vi As palavras e mais uma vez o homem brilha embora o filme deixe um pouco a desejar. Mas é Jennifer quem tem recolhido todos os prémios e na noite dos Óscares, com a sua juventude, as suas respostas divertidas e despretensiosas, acabou por conquistar ainda mais fãs.Vejam o video e sorriam!