7/2/17

O casamento do Bruno Ornelas

Vocês sabem lá o que me sucedeu ontem. Cheguei aos Jerónimos atrasada - o taxi chocou com um tuk-tuk e ficou de tal ordem amachucado que eu acabei por terminar a corrida no tuk-tuk - e, como se isso não bastasse, não pude entrar no casório do Bruno Ornelas. À entrada da igreja de Belém estava um detetor de metais para verificar se alguém levava consigo armas ou objetos perigosos para a integridade de noivos e convidados. O segurança teve a lata de me dizer que tinham enviado mensagem a todos os convidados, alertando para as caprichosas medidas de segurança, mas é mentira, eu nada recebi. Por momentos pensei que me tinha perdido e que estava no aeroporto, ou coisa assim: é sabido que em Lisboa eu não me oriento. Aquilo desatou a apitar e a fazer luzes e foi uma vergonha. Por mais que eu afiançasse que não tinha granadas comigo, nem mesmo o corta-unhas, eles já não me deixaram entrar. Regressei a casa no Expresso das 18.30 horas: não tive problemas para entrar no autocarro mas até já estava a roer as unhas de nervoso quando entreguei o bilhete ao motorista. E encomendei eu esta pecinha da Amazon de propósito para a ocasião! Agora resta-me esperar pela Primeira Liga. Nas Antas serão decerto mais compreensivos.

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