12/23/15

Last Christmas...


...I gave you my heart.
But the very next day you gave it away.
This year
To save me from tears
I'll give it to someone special.

Boas Festas para os meus visitantes, seguidores e amigos! HO! HO! HO!

OLX - vende-se mala


A semana passada necessitei de contactar uma loja de fotocópias local. Como de costume o Google é o nosso melhor amigo para estas coisas. Não sei quem é que ainda consulta aquelas listagens de números de telefone que de ano para ano viram o tamanho da fonte reduzir-se de tal forma que não tarda deviam vir acompanhadas de uma lupa.

Andava eu na minha pesquisa quando a meio do resultado de procura li a bold o seguinte: (corno-cópias). Ao longo das muitas impressões da minha vida, umas vezes A4 outras vezes A3, eu já fui confrontada com variada terminologia: cópias a cores ou a preto e branco, automáticas ou manual, folha e livro. Fiquei intrigada com as corno-cópias! Cliquei para satisfazer a minha curiosidade et voilá. Trata-se um anúncio do OLX, afinal. Alguém colocou um anúncio para vender uma mala cor-de-rosa com padrão de corno-cópias. Era sexta-feira dia 4 de Dezembro, Black Friday, ou black fraude, como dizem alguns, mas o dedo escorregou da tecla e também deu gralha, mas bem menos intrigante que cópias com corno!!

Habitualmente não costumo propagar a ignorância, é coisa que não me faz rir e que não gosto de promover. Costumo até escrever às pessoas e indico como corrigir a asneira, que é o que gosto que me façam, pois eu também não sou à prova de erro. Mas desta vez nem uma nem outra! Venceu o meu lado zombeteiro! De qualquer forma a identidade do vendedor/vendedora está a salvo e, quem sabe, talvez o negócio se tenha concretizado e o anúncio até já tenha sido retirado do ar.

Mas se este apontamento nos faz rir também nos deve fazer reflectir em coisas bem mais sérias. Gerações de pessoas com apenas a 4ª classe alcançaram um perfeito domínio da língua portuguesa. Mais do dobro dos anos em escolaridade obrigatória não chegam para  que muita da juventude saia dos liceus a escrever de forma escorreita. Se estiverem, como eu estou, em contacto com professores e alunos, sabem em que clima se ensina e se aprende nas nossas escolas nos actuais dias. Não vou transformar um breve apontamento humorístico num laudo sobre o estado do ensino, fica para o ano. Até porque tenho de ir fazer mais umas corno-cópias e já estou atrasada.

12/20/15

Mistress America - pequena crítica do filme


No Verão vi um filme de Noah Baumbach que se chama While we're young e que nos mostra as atribulações de um casal de quarentões dividido entre a  vontade de reaver a juventude perdida e o desgosto de não ter realizado os seus sonhos. É lixado chegar àquele ponto na vida em que se conclui que já não se é jovem, mesmo se ainda se parece jovem no espelho de acordo com as modas, mas o corpo começa a ranger nas dobradiças. Pior ainda quando o grupo de amigos a que se pertence  parece ter conseguido tudo o que se ambicionava ou o que é considerado basilar. E quando se conhecem jovens que são mesmo jovens, não apenas jovens de espírito, a coisa torna-se chocante se não for devidamente processada.  E é assim que Josh (Ben Stiller) e Cornelia (Naomi Watts), o casal nova iorquino em causa, se deixam seduzir pela juventude e estilo hipster de um casal  na casa dos vinte - Adam Driver (Jamie) e  Amanda Seyfried - que surge do nada na sua acomodada vida para reinar. Após um momento de estranheza os dois ficam deslumbrados com o par e alinham num convívio original, convencidos  de estarem assim de novo em sintonia com o momento, de naquela vivência terem encontrado o meio  para ultrapassarem os seus hábitos de consumo datado e perspectivas sem horizonte,  e agarrarem o presente com sangue novo. 

Mas a verdade desta nova geração não era melhor nem pior do que deles, era a sua, apenas diferente e mais não fazia do que valorizar aquilo que eles tinham descartado - os jogos de tabuleiro, os gira-discos e o vinyl, - ou ignorar o que eles consideravam ser a marca de conforto e sofisticação – coisas como usar as redes sociais, telemóveis espertos, o Netflix. Na realidade não havia nada de tão revolucionário assim na sua maneira de ser.  O rapaz era o cliché do hipster, uma palavra que eu não gosto pois acho que não passa de uma alternativa para boémio, mas com menos autenticidade e estilo; a rapariga vivia para si mesma, alheia aos outros e tinha um negócio de batidos ou iogurtes em mãos, algo meio experimental, se bem me lembro.

Esta lua de mel entre os dois casais vai ser interrompida. Sucede-lhe a traição e o sentimento de terem sido manipulados quando as fronteiras do que é ético fazer em termos criativos são testadas.  Josh (Ben Stiller) acredita que o documentário também pode ser uma coisa pessoal, não apenas ficção. Mas o seu então protegido aspirante a realizador de documentários e recente amigo  acaba por se distanciar deste “ensinamento” que não é próprio da sua geração e que ele não entende.  Na era dos telemóveis não há esta dualidade entre verdade e ficção. Tudo é verdade, há um direito natural às imagens e ao seu uso. E de repente Jamie (Adam Driver), o hipster, consegue ter sucesso ao mostrar o seu filme  e Josh, o documentarista agora professor resignado,  continua no mesmo lodo creativo em que se arrastava há anos. 

Curiosamente o foco no processo de criação, nos direitos de uso de uma ideia ou material de terceiros  também estão presentes em Mistress America, do mesmo realizador, que vi ontem à noite. Este filme pode ser visto como um retrato de uma certa juventude nova iorquina, ou como o relato de uma amizade no feminino ou como uma análise de um processo criativo entre  uma escritora em potência (Tracy) e a sua musa, (Brooke) uma mulher que ela achou estar destinada a ser uma personagem literária. Ou tudo isso. A relação entre Brooke (Greta Gerwig)  – uma nova iorquina algo neurótica - e Tracy (Lola Kirk) – a jovem dos subúrbios que se muda para Nova Iorque para cursar escrita criativa numa universidade – também acaba por ser rompida quando Brooke descobre acidentalmente que a jovem tinha escrito um conto inspirado nas suas vivências em comum,  o que é visto como uma traição. E o direito a usar as ideias criativas ou não já tinha ditado o fim de uma amizade entre a mesma Brooke e Mamie-Claire, - uma amiga antiga que além do padrão da tshirt lhe tinha roubado o namorado e os gatos, - esta assumindo que era menos criativa mas que tinha jeito para fazer as coisas, enquanto Brooke era só castelos no ar.

E, de facto, assim era. Brooke, magnética, cheia de grandes ambições e ideias, é um manual de regras para a vida que oferece a todos de borla mas que não consegue aplicar a si mesma.Ela atravessa Nova York para subir a um palco, dar explicações a um puto e ainda ser treinadora num ginásio; faz projectos de decoração; corre bares, tenta viver o mais possível cada momento; vai a entrevistas com potenciais investidores sem saber nada do assunto para realizar o sonho da sua vida – abrir um restaurante projecto que, obviamente, não planeou até ao fim. Alimenta a ilusão de que este vai permitir-lhe poder parar em vez de passar o tempo a correr atrás dos outros, ela quer ali  receber os outros, como uma mãe. Apesar de não parar um segundo, a vida parece não a ter levado a lado algum.  E isto ela sabe, confessando que chegou o momento em que tudo é tarde demais, o tempo escasseia. O que ela tem a menos, possui Tracy em abundância: juventude, tempo para tudo fazer, errar, aprender, e ter sucesso num tempo em que as coisas ainda podem ser fáceis. 

Contrastando com a exuberância e protagonismo de Brooke, aí vem Tracy, a tímida e desamparada caloira que procura a nova iorquina aconselhada pela mãe que está prestes a casar-se com o pai de Brooke. Embora Brooke seja também um pouco insuportável na sua maneira de ser, Tracy deixa-se fascinar pela trintona até porque nada é o que esperava na Big Apple ou em Barnard College: sente-se isolada e rejeitada, social e intelectualmente, como se todos os dias fosse a uma festa onde não conhecesse ninguém. Comparando-se com Brooke ela é um projecto, inicialmente ela não se apercebe de que, tristemente, Brooke não passa de uma mulher desesperada, que, nos seus 30 anos, tal como Josh em While we're young, vê o relógio a avançar e o tempo a esgotar-se para concretizar os seus sonhos.  No final do filme Tracy está diferente, cresceu intelectual e emocionalmente, ultrapassados o deslumbramento e a ruptura ela recupera a ligação com Brooke e prepara-se para fundar o seu próprio clube de literatura.

Mistress America conta com uma boa realização e edição, boas interpretações deste par de actrizes,  um argumento muito bem escrito e  diálogos espirituosos e desarmantes. Tal como While we're young, fez-me lembrar Woody Allen ou comédias mais antigas, cheias de energia, algum absurdo e um toque teatral. Apenas me referi às duas principais personagens do filme mas existem ainda interessantes personagens secundárias com desempenhos igualmente bons, essenciais para a carga humorística presente em Mistress America e em especial as que gravitam mais estreitamente em torno do par principal. Não sendo uma obra-prima é um filme que quer manifestamente inovar dentro do estafado género da comédia e do qual se desprende muita criatividade, frescura e espontaneidade, raros atributos no cinema da actualidade.

12/19/15

Bolachas de gengibre para o Natal

Desafiei o meu sobrinho para fazer bolachas de gengibre! Nem ele nem eu tínhamos alguma vez comido este tipo de bolachas tão famosas entre os norte-americanos na época natalícia a par das Sugar Cookies! Pedi a uma amiga americana que me desse a receita dela pois queria fazer uma fornada de "Gingerbread man" o mais próximo possível da receita tradicional. Mas ela não me garantiu que esta fosse a receita mais típica, apenas a que ela faz. Depois descobrimos que também não tínhamos a forma do "homem de gengibre"! Mas entre ontem e hoje as bolachas já quase sumiram do prato e já se fazem previsões para a próxima fornada!

Um dos problemas que tivemos de resolver foi como substituir o Maple Syrup - Xarope de Ácer ou de Bordo, um produto extraído da seiva dos Áceres, árvores abundantes no nordeste dos EUA e no Canadá e que ilustram a sua bandeira. Até muito tarde pensei que a substância que os bonecos dos desenhos animados lançavam nas torres de panquecas era mel! Depois descobri que era Maple Syrup! Procurei no supermercado mas não havia. Pensei em substituir por mel de cana da Madeira mas também não consegui encontrar e então usei melaço de cana da Cimarron.


Não sei se por causa do melaço a massa ficou mais escura do que imaginava! O açucar mascavado também já é escuro. É um tipo de açúcar produzido a partir do caldo recém extraído da cana-de-açúcar, não refinado, como acontece com o açucar branco. Cheguei a pensar que tinha sido uma má opção, mas provei a massa e ela estava bem gostosa!

 As bolachas são realmente fáceis de fazer. Primeiro mistura-se o bicarbonato e as especiarias - canela, gengibre, noz moscada e cravinho em pó - na farinha. Não usámos sal pois a manteiga que íamos utilizar já tinha sal. Ali está ela a derreter ao lume!Depois retirámos a manteiga do lume e juntámos à manteiga derretida o açucar mascavado e batemos bem! De seguida juntámos o ovo!
Aqui a massa ficou bastante escura em virtude do melaço - foram três colheres de sopa de melaço de cana, mas até penso que poderiam ser apenas duas. Depois de bem incorporado...
 ...o meu sobrinho deitou o preparado na taça da farinha.
 Primeiro amassou com a colher mas depois é preciso meter a mão na massa!
Quando a massa está bem ligada envolve-se em película plástica e vai 1-2 horas para o frio do frigorífico. Só a deixámos ficar lá uma hora porque tínhamos pressa em fazer as bolachas - a hora do lanche não tardava aí!
 Uma vez retirada do frigorífico coloca-se entre duas folhas de papel vegetal enfarinhado.
 Usa-se o rolo da massa para fazer uma placa de 5mm. Mas é difícil acertar nesta medida! Acho que as nossas bolachas ficaram com espessura diferente. Ainda crescem no forno!
 Depois da massa estar esticada usam-se as formas para cortar as bolachas!
A fase final é colocar as bolachas sobre papel vegetal num tabuleiro e levar ao forno durante 7- 10 minutos a 200º.
Ei-las já assadas e a sair do forno, prontas para serem decoradas com glace de açucar! Nós dispensámos a decoração, fica para a próxima!

Como fazer a glace de açucar para decorar as bolachas? É muito fácil. Bate-se 1 clara em neve até ficar firme. Adiciona-se, aos poucos, 220 g de açúcar de confeiteiro sempre a bater. Por último junta-se 1 colher de sopa de limão e bate-se um pouco mais. Pode depois dividir-se o preparado em pequenas porções e acrescentar corante alimentar. Usa-se um saco de pasteleiro para fazer os desenhos e também se podem utilizar pequenos sacos plásticos a que se corta uma das pontas.

Segue a receita das bolachas de gengibre:

Ingredientes

Especiarias
1,5 colher de chá de gengibre
1,5 colher de chá de canela
0,5 colher de chá de noz moscada
0,5 colher de chá de cravinho em pó

1 ovo
300 gr de farinha de trigo, sem fermento
150 gr de açucar mascavado
100 gr de manteiga (sem sal)
1 ovo
1 colher de chá de bicarbonato
0,5 colher de chá de sal fino ( se usar manteiga com sal, não use mais sal)
3 colheres de sopa de melaço de cana

Outros
Formas
Papel vegetal de ir ao forno
Saco de pasteleiro

Uma curiosidade: querem ver como se produz o Maple Syrup Fulton no Canadá?  Os Fulton fabricam-no há 160 anos e há 5 gerações. Este é o site da marca.

12/16/15

Star War's Christmas Album - as canções de Natal da Guerra das Estrelas!


Capa do CD - 1996

Nos próximos dias a internet vai transbordar de informação sobre a estreia do sétimo filme da saga Star Wars - chega às salas de cinema o Episódio VII-O despertar da Força. Vi o primeiro filme no momento da sua estreia em Portugal, quando a Guerra das Estrelas era apenas a Guerra das Estrelas. Depois vieram mais filmes e começaram a ser nomeados como “Episódios”, era a única forma de manter a casa em ordem com a chegada das prequelas. Mas a partir daí eu perdi o fio à meada: até hoje nunca sei se a O império contra-ataca se segue O ataque dos Clones ou se à Vingança dos Sith se sucede Uma nova esperança! Da última vez que vi os filmes Star Wars agarrei nos DVD e segui a ordem da caixa. Resulta.

Ainda não tenho bilhete e tão pouco agendei a ida ao cinema. Se é o filme que mais aguardo neste final de ano? Não, nem por isso. Mas não enjeito a possibilidade de ver o trio inicial - Han Solo, Luke e Leia - reunido e que destino lhe deram. Também digo que  parece estarem a espremer o que podem e o que não podem destas personagens icónicas e destes actores e desta história. Já chega, não? Não, parece que não pois já estão previstos mais filmes. Mas, vendo bem as coisas, já estamos muito longe do universo inicial. Ou será que esta é a vez em que estaremos mais perto? É esperar para ver, já faltou mais.

Já escrevi neste blogue sobre a A Guerra das Estrelas , a forma como mudou a forma de vender um filme ao público, o renovado olhar que lançou sobre o género e a escola dos efeitos especiais. Goste-se ou não é impossível ignorar o fenómeno de popularidade deste filme -  em todo o lado há sempre alguém que sabe qualquer coisa sobre a Guerra das Estrelas: ou conhece os brinquedos de plástico, a Estrela da Morte, os robots,  os Stormtroopers, ou Darth Vader, o vilão mais popular do cinema, ou conhece os actores, ou então as falas, ou a banda sonora. A Guerra das Estrelas é um dos filmes mais virais de todos os tempos, efeito potenciado, claro, pela crescente facilidade da comunicação a nível global, mas também e primeiramente pela sua avassaladora apropriação pela cultura popular. 

Mas nem tudo o que reluz neste universo são estrelas. Alguns dos filmes não foram exactamente um retombante sucesso, algo normal num quadro de exploração continuada de um conceito inicial. E o que dizer sobre um obscuro LP lançado na década de 80 intitulado Christmas in the Stars: The Star Wars Christmas Album?! Recebi por email a canção What can you get a Wookie for Christmas com votos de Boas Festas.  A letra leva-nos a questionar o que dar a um Wookie quando ele já tem uma escova!! É um problema encontrar um presente para um cabeludo tal. Nem galochas, nem alfinete de gravata, nem espuma de barbear, nem chapéu no cume peludo. Amor e compreensão, boa vontade entre os homens, isso sim, envoltos numa fita vistosa...Superado o espanto, rumei ao Youtube e ainda encontrei Sleigh Ride pelos nossos conhecidos C-3PO e R2-D2!

Dispensava esta porção de conhecimento,  obséquio de um estimado amigo que partilha da minha cinefilia. Mas há mais, este LP é como o Ovo Kinder, tem supresa dentro. A  voz deste hino intergaláctico acreditem ou não é a de um irreconhecível Jon Bon Jovi – ao tempo ainda John (Francis) Bongiovi!

Se quiserem incluir What can you get a Wookie for Christmas  no rol das canções desta quadra natalícia, aqui vai uma pequena ajuda- a letra! Divirtam-se!

What can you get a Wookie for Christmas
When he already owns a comb
What can you get in a hurry for a furry kind of friend like that
To take home

Oh, he doesn't need a tie clip
And he doesn't use shaving foam
So what can you get a Wookie for Christmas
When he already owns a comb

(Spoken:) It's really a problem

What can you get a Wookie for Christmas
when he already owns a comb
What can you get in a hurry for a furry kind of friend like that
To take home

No, He'll never wear galoshes
Or a hat upon his furry dome
So what can you get a Wookie for Christmas
When he already owns a comb

Let's give him love and understanding
Good will to men
We wrap it all up in bright colored ribbon
And we give it to him all over again

And that's what you get a Wookie for Christmas
When he already owns a comb.
That's what you get in a hurry for a furry kind of friend like that
To take home

'Cause he doesn't need a tie clip
And he doesn't need shaving foam
So that's what you get a Wookie for Christmas
Log on to kill this message.
When he already has a comb
When he already owns a comb!


12/15/15

Critics Choice Awards - a lista dos nomeados


Mad Max lidera a lista de nomeações do Critics Choice Awards  . As escolhas da Broadcast Film Critics Association, a organização de críticos de cinema da América do Norte, serão conhecidas a a 17 de janeiro. Até lá aqui fica a referência.

MELHOR FILME:
"The Big Short - A Queda de Wall Street", de Adam McKay
"A Ponte dos Espiões", de Steven Spielberg
"Brooklyn", de John Crowley
"Carol", de Todd Haynes
"Mad Max: Estrada da Fúria", de George Miller
"Perdido em Marte", de Ridley Scott
"The Revenant: O Renascido", de Alejandro González Iñárritu
"Room - Quarto", de Lenny Abrahamson
"Sicario - Infiltrado", de Denis Villeneuve
"O Caso Spotlight", de Tom McCarthy

MELHOR REALIZADOR:
Todd Haynes ("Carol")
Alejandro González Iñárritu ("The Revenant: O Renascido")
Tom McCarthy ("O Caso Spotlight")
George Miller ("Mad Max: Estrada da Fúria")
Ridley Scott ("Perdido em Marte")
Steven Spielberg ("A Ponte dos Espiões")

MELHOR ACTOR:
Bryan Cranston ("Trumbo")
Matt Damon ("Perdido em Marte")
Johnny Depp ("Black Mass - Jogo Sujo")
Leonardo DiCaprio ("The Revenant: O Renascido")
Michael Fassbender ("Steve Jobs")
Eddie Redmayne ("A Rapariga Dinamarquesa")

MELHOR ACTRIZ:
Cate Blanchett ("Carol")
Brie Larson ("Room - Quarto")
Jennifer Lawrence ("Joy")
Charlotte Rampling ("45 Years")
Saoirse Ronan ("Brooklyn")
Charlize Theron ("Mad Max: Estrada da Fúria")

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO:
Paul Dano ("Love & Mercy - A Força de Um Génio")
Tom Hardy ("The Revenant: O Renascido")
Mark Ruffalo ("O Caso Spotlight")
Mark Rylance ("A Ponte dos Espiões")
Michael Shannon ("99 Casas")
Sylvester Stallone ("Creed: O Legado de Rocky")

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA:
Jennifer Jason Leigh ("The Hateful Eight")
Rooney Mara ("Carol")
Rachel McAdams ("O Caso Spotlight")
Helen Mirren ("Trumbo")
Alicia Vikander ("A Rapariga Dinamarquesa")
Kate Winslet ("Steve Jobs")

MELHOR JOVEM ACTOR/ACTRIZ:
Abraham Attah ("Beasts of No Nation")
RJ Cyler ("Eu, o Earl e a Tal Miúda")
Shameik Moore ("Dope")
Milo Parker ("Mr. Holmes")
Jacob Tremblay ("Room - Quarto")

MELHOR ELENCO:
"The Big Short - A Queda de Wall Street", de Adam McKay
"The Hateful Eight", de Quentin Tarantino
"O Caso Spotlight", de Tom McCarthy
"Straight Outta Compton", de F. Gary Gray
"Trumbo", de Jay Roach

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL:
"A Ponte dos Espiões" (Matt Charman, Ethan Coen e Joel Coen)
"Ex Machina" (Alex Garland)
"The Hateful Eight" (Quentin Tarantino)
"Inside Out: Divertida-Mente" (Pete Docter, Meg LeFauve e Josh Cooley)
"O Caso Spotlight" (Josh Singer e Tom McCarthy)

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO:
"The Big Short - A Queda de Wall Street" (Charles Randolph e Adam McKay)
"Brooklyn" (Nick Hornby)
"Perdido em Marte" (Drew Goddard)
"Room - Quarto" (Emma Donoghue)
"Steve Jobs" (Aaron Sorkin)

MELHOR FOTOGRAFIA:

"Carol"
"The Hateful Eight"
"Mad Max: Estrada da Fúria"
"Perdido em Marte"
"The Revenant: O Renascido"
"Sicario - Infiltrado"

MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA:

"A Ponte dos Espiões"
"Brooklyn"
"Carol"
"A Rapariga Dinamarquesa"
"Mad Max: Estrada da Fúria"
"Perdido em Marte"

MELHOR MONTAGEM:
"The Big Short - A Queda de Wall Street"
"Mad Max: Estrada da Fúria"
"Perdido em Marte"
"The Revenant: O Renascido"
"O Caso Spotlight"

MELHOR GUARDA-ROUPA:
"Brooklyn"
"Carol"
"Cinderela"
"A Rapariga Dinamarquesa"
"Mad Max: Estrada da Fúria"

MELHOR CARACTERIZAÇÃO:
"Black Mass - Jogo Sujo"
"Carol"
"A Rapariga Dinamarquesa"
"The Hateful Eight"
"Mad Max: Estrada da Fúria"
"The Revenant: O Renascido"

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
"Ex Machina"
"Mundo Jurássico"
"Mad Max: Estrada da Fúria"
"Perdido em Marte"
"The Revenant: O Renascido"
"The Walk - O Desafio"

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
"Anomalisa", de Duke Johnson e Charlie Kaufman
"A Viagem de Arlo", de Peter Sohn
"Inside Out: Divertida-Mente", de Pete Docter e Ronnie Del Carmen
"Snoopy & Charlie Brown: Peanuts - O Filme", de Steve Martino
"A Ovelha Choné: O Filme", de Mark Burton e Richard Starzak

MELHOR FILME DE ACÇÃO:
"Velocidade Furiosa 7", de James Wan
"Mundo Jurássico", de Colin Trevorrow
"Mad Max: Estrada da Fúria", de George Miller
"Missão Impossível: Nação Secreta", de Christopher McQuarrie
"Sicario - Infiltrado", de Denis Villeneuve

MELHOR ACTOR NUM FILME DE ACÇÃO:
Daniel Craig ("007 - Spectre")
Tom Cruise ("Missão Impossível: Nação Secreta")
Tom Hardy ("Mad Max: Estrada da Fúria")
Chris Pratt ("Mundo Jurássico")
Paul Rudd ("Homem-Formiga")

MELHOR ACTRIZ NUM FILME DE ACÇÃO:
Emily Blunt ("Sicario - Infiltrado")
Rebecca Ferguson ("Missão Impossível: Nação Secreta")
Bryce Dallas Howard ("Mundo Jurássico")
Jennifer Lawrence ("The Hunger Games: A Revolta - Parte 2")
Charlize Theron ("Mad Max: Estrada da Fúria")

MELHOR COMÉDIA:
"The Big Short - A Queda de Wall Street", de Adam McKay
"Inside Out: Divertida-Mente", de Pete Docter e Ronnie Del Carmen
"Joy", de David O. Russell
"Sisters - Só Podiam Ser Irmãs", de Jason Moore
"Spy", de Paul Feig
"Trainwreck - Descarrilada", de Judd Apatow

MELHOR ACTOR NUMA COMÉDIA:

Christian Bale ("The Big Short - A Queda de Wall Street")
Steve Carell ("The Big Short - A Queda de Wall Street")
Robert De Niro ("The Intern - O Estagiário")
Bill Hader ("Trainwreck - Descarrilada")
Jason Statham ("Spy")

MELHOR ACTRIZ NUMA COMÉDIA:
Tina Fey ("Sisters - Só Podiam Ser Irmãs")
Jennifer Lawrence ("Joy")
Melissa McCarthy ("Spy")
Amy Schumer ("Trainwreck - Descarrilada")
Lily Tomlin ("Grandma")

MELHOR FILME DE TERROR/FICÇÃO CIENTÍFICA:
"Perdido em Marte", de Ridley Scott
"Ex Machina", de Alex Garland
"Mad Max: Estrada da Fúria", de George Miller
"Mundo Jurássico", de Colin Trevorrow
"It Follows: Vai Seguir-te", de David Robert Mitchell

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
"Mustang" (Turquia), de Deniz Gamze Ergüven
"Son of Saul" (Hungria), de László Nemes
"The Assassin" (China), de Hou Hsiao-Hsien
"Goodnight Mommy" (Áustria), de Severin Fiala e Veronika Franz
"Que Horas Ela Volta?" (Brasil), de Anna Muylaert

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
"Amy", de Asif Kapadia
"Cartel Land", de Matthew Heineman
"Going Clear: Scientology and the Prison of Belief", de Alex Gibney
"Malala", de Davis Guggenheim
"Where to Invade Next", de Michael Moore
"O Olhar do Silêncio", de Joshua Oppenheimer

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
"Love Me Like You Do" ("As Cinquenta Sombras de Grey")
"See You Again" ("Velocidade Furiosa 7")
"Til It Happens to You" ("The Hunting Ground")
"One Kind of Love" ("Love & Mercy - A Força de Um Génio")
"Writing's on the Wall" ("007 - Spectre")
"Simple Song #3" ("Youth - A Juventude")

MELHOR BANDA SONORA ORIGINAL:
"Carol" (Carter Burwell)
"The Hateful Eight" (Ennio Morricone)
"The Revenant: O Renascido" (Ryuichi Sakamoto e Carsten Nicolai)
"Sicario - Infiltrado" (Jóhann Jóhannsson)
"O Caso Spotlight" (Howard Shore)

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