11/11/15

Paulo Cunha e Silva - Sempre fiz o que gostava


"É legítimo que na Avenida dos Aliados exista a Prada, a Louis Vuitton ou a Hermès, mas a Rua do Almada tem de permanecer como a rua das ferragens. E estamos numa fase muito crítica em que aquilo que caracteriza o Porto, até como cidade comercial, pode estar a desaparecer e a ser substituído por uma voragem de lojas de bugiganga turística anódina e inconsequente.

Tenho estado a trabalhar com um fulano americano que foi conselheiro do Obama para conseguir identificar uma centena de zonas comerciais da cidade que possam ter um regime tão especial que lhes permita sobreviver e não terem de se sacrificar em nome desta voragem turística, que tudo quer normalizar e equalizar. Isso é uma situação que me preocupa muito: como manter o carácter da cidade sem deixar que a bolha turística expluda e o abastarde completamente."


Leitura integral aqui.

"Portugal é um país por onde os princípios do determinismo e da causalidade não passaram: tudo pode acontecer sem se saber porquê. Toda a gente pode ser tudo, sobretudo quando tem qualificações para ser coisa nenhuma."

Foto retirada daqui. Leitura integral aqui.

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