4/8/11

O Sol brilha para todos mas há que tomar precauções

Esta semana tem estado imenso calor e eu adoro. Temperaturas acima dos 25º. Se pudesse vivia no Verão todo o ano. O frio não só me faz passar mal fisicamente como me entristece. Nada como ter a luz e o calor do Sol por companhia. Todavia, e não sendo novidade, este ano existem razões acrescidas para tomar precauções maiores com a exposição solar. A concentração de ozono na estratosfera atingiu os valores mais baixos de sempre e países do Sul da Europa ( Portugal, Espanha, Itália e Grécia) poderão vir a estar mais expostos aos raios ultra-violetas.Os culpados são os suspeitos do costume, os químicos que causam danos à camada de ozono, existem quase uma centena deles, entre os quais os clorofluorcarbonetos. Mas também as temperaturas baixas verificadas na estratosfera que conduzem à destruição do ozono e isso pode bem ser provocado pelo aquecimento global: à superfície a temperatura sobe, nas camadas altas diminui e o frio favorece a destruição do ozono.O excesso de raios ultravioleta-B( RUV-B) causa cancro de pele, cataratas, enfraquece o sistema imunitário e danifica os ecossistemas dos oceanos.Infelizmente para quem adora o Verão,como é o meu caso, é nos dias de muito Sol, céus limpos e temperaturas elevadas que a sua influência nociva se faz mais sentir: esperem-se irritações no sistema respiratório, tosse e diminuição da capacidade respiratória. Se passam muitas horas ao volante, usem óculos de sol e protector solar. Procedam de igual forma se se deslocarem com frequência a pé ou se passarem muito tempo ao ar livre. Não é preciso estar na praia para sofrer a sua influência.

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