1/3/07

EL TREN DE LOS MOMENTOS



Isto teve a sua piada. Ontem eu aqui a confessar-me adepta dos ritos antigos do consumo musical, ou pelo menos não muito praticante dos modernos, e hoje recebo ainda de presente de Natal um CD que é uma pequena réplica dos discos de vinil: o lado de cima tem as espiras do vinil e tudo, e, espanto meu, o verso é igualmente preto.Ao que tudo indica o Alejandro também é um saudosista. Tem uma manga de cartolina a envolver a tal caixa de plástico. São coisas como esta que não entendo: uma caixa para proteger o CD e uma manga para proteger a caixa?!!!Se alguém souber porque fazem isto, expliquem-me. É o último trabalho do Alejandro Sanz e deram-mo porque ando há meio ano a dizer que este ano é O ANO em que vou DEFINITIVAMENTE aprender espanhol. Então a rodela de mortadela necrosada que acabo de receber é, supostamente, um incentivo e uma forma de ir habituando o meu ouvido ao linguajar de nuestros hermanos. Eu até tenho alguns CD do Alejandro Sanz e até nem desgosto de todo da sua música. Bueno, bueno...Agora que já tenho o bilhete na mão toca de subir no tren e seguir viaje!

1 comment:

Capitão-Mor said...

Creio que o tempo do vinil era muito mais estimulante. A audição de um disco era um verdadeiro ritual, que envolvia cuidado e carinho. Tinha-se que ter cuidado para não riscar o vinil e não estragar a frágil agulha do gira discos. Adorei os tempos do "pica-montinhos"!

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